Quarta-feira, 25 de Maio de 2005

BIOGRAFIA DE RONALDINHO GAÚCHO, de Sérgio Silva

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Ronaldinho Gaúcho, nasceu no dia 21 de Março de 1980, em Porto Alegre (Brasil), é o ultimo embaixador do “jogo bonito”. Campeão do mundo com a selecção brasileira e imagem da Nike.
Podemos dizer que ao Ronaldinho, o futebol lhe corre pelas veias. Seu pai, João, era um apaixonado pelo futebol e chegou a profissional. Ronaldinho tem um irmão chamado Roberto que triunfou como futebolista profissional tal como o pai. Roberto, chegou a ser o ídolo de Ronaldinho.
Quando Ronaldinho tinha oito anos, aconteceu uma tragédia na família, morreu o seu pai, afogado numa piscina. Ronaldinho teve a ajuda dos seus irmãos, da mãe e do futebol para superar essa fatalidade. Ronaldinho jogava futebol disposto a demonstrar que o seu pai tinha razão quando lhe dizia orgulhoso: “Tu serás o melhor”.
Jogava nas equipas inferiores de futebol salão quando melhorou a sua técnica e, aos 17 anos já jogava junto dos seniores. Nessa altura, seu irmão, Roberto, “encostou as botas” e converteu-se na “sombra” de Ronaldinho, aconselhando-o, ajudando-o, fazendo de seu “manager” e de pai. E Ronaldinho cresceu com uma grande ajuda de seu irmão. Nesse ano, com o Brasil, Ronaldinho ganhou o Mundial de sub-17 sendo o melhor jogador do torneio. De volta ao Brasil, o PSV Eindhoven e o Paris Saint Germain tentaram levá-lo e, depois de um grande negócio, os franceses do Paris Saint Germain conseguiram-no. Era o ano 2000, logo depois de se ter proclamado campeão da Copa América 1999 com o Brasil. O seu golo contra a Venezuela passou a fazer parte da história, uma obra de arte e, nessa altura até foi comparado com “O Rei Pele”.
No PSG, Ronaldinho, foi sempre respeitado e apoiado pela sua família.
Jogou pelo Brasil o Mundial da Coreia/Japão de 2002 e, a sua técnica e velocidade cruzaram todas as fronteiras. Brasil foi penta-campeão Mundial e Ronaldinho deixou para a história outro excelente golo contra a Inglaterra.
Mas de volta à Europa, as suas relações com o treinador do PSG, Luís Férnandez, estavam a piorar até que, no Verão de 2003, Ronaldinho foi posto no mercado e três clubes “grandes” entraram no negócio: Manchester, Barcelona e Real Madrid. No final quem o conseguiu foi o Barcelona. Ronaldinho convertia-se assim num avançado imprevisível que inventa, passa e goleia.
publicado por António Luís Catarino às 00:26
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